“O emprego de templos, e estes dedicados a certos santos, e enfeitados em ocasiões com ramos de árvores; incenso, lâmpadas e velas; ofertas votivas ao restabelecer-se de doenças; água benta; asilos; dias santos e estações, uso de calendários, procissões, bênçãos dos campos, vestimentas sacerdotais, a tonsura, a aliança nos casamentos, o virar-se para o Oriente, imagens numa data ulterior, talvez o cantochão e o Kyrie Eleison [o canto “Senhor, Tende Piedade”], são todos de origem pagã e santificados pela sua adoção na Igreja.”
(Cardeal católico romano John Henry Newman, do século 19, escreveu no seu Essay on the Development of Christian Doctrine (Ensaio sobre o Desenvolvimento da Doutrina Cristã)
O que lemos a cima é a declaração do Cardeal católico romano John Henry Newman admitindo que basicamente toda a tradição e cerimonial Católico executado dentro de toda e qualquer igreja Católica em qualquer parte do mundo é de origem pagã.
Esta declaração não é de origem protestante ou referida por pastor ou pessoa que não faça parte da fé católica e sim como sabemos foi escrita por um líder católico do século 19.
Nos artigos anteriores mencionamos o envolvimento e contaminação do Catolicismo com seitas e religiões pagãs durante toda a sua historia. Neste artigo iremos mais fundo nestes cerimoniais e o caro leitor já pode perceber de inicio que o que estamos a mostrar não se trata de especulações ou retaliações. Mas tão somente a tentativa sincera de mostrar a verdade obvia para aqueles que por ventura estejam enganados e iludidos pelo engano chamado CATOLICISMO ROMANO.
Quando olhamos para as cerimônias ensinadas pelo Catolicismo e buscamos na Bíblia algo semelhante vemos que um ensinamento é totalmente oposto ao outro. Na verdade basicamente nada que encontramos na Bíblia pode ser encontrado no Catolicismo e vice-versa.
Não bastasse a idolatria. “Mariolatria” e outras aberrações cometidas pelo Catolicismo esta seita também é culpada de introduzir no Cristianismo outrora puro e correto, costumes e cerimônias pagãs que chegam a enojar qualquer pessoa com o mínimo de consciência das verdades divinas.
Não falaremos aqui de idolatria teremos um capitulo especial sobre este tema. Mostraremos porem coisas bem piores as quais o diabo tem cegado o entendimento de muitos católicos para não verem as tremendas abominações que estão cometendo.
Adorando os mortos
No Catolicismo encontramos cerimônias, ritos e costumes que chegam a ser tão macabros como os rituais praticados em religiões tribais africanas e satanistas.
Restos mortais de São José de Cupertino, venerados na sua Basílica - Santuário, em Ósimo, Itália
Dentre estes costumes um ao qual eu gostaria de mencionar inicialmente é a adoração de relíquias. Pedaços de ossos de mortos, cabeças, braços, roupas e até cadáveres inteiros são venerados e por que não dizermos adorados por multidões convictas de que se beijarem ou pagarem para tocar nestes restos mortais alcançarão graça divina
A veneração de corpos mortos de mártires foi ordenada pelo Concílio de Trento. Este Concílio também condenou aqueles que não acreditavam nas relíquias:
“Os santos corpos dos santos mártires… devem ser venerados pelos fiéis, pois através desses corpos muitos benefícios são derramados por Deus sobre os homens, de modo que, aqueles que afirmam que veneração e honra não são devidas às relíquias dos santos… devem ser completamente condenados, como a Igreja há muito os tem condenado e ainda os condena”.
Ou seja na Igreja Catolica o fiel é obrigado a reverenciar e venerar um pedaço de osso para não ser totalmente condenado pela Igreja.
O que vemos é um festival de insanidade e de honrarias a corpos em putrefação ou mumificados a centenas de anos, conservados e levados em procissão pelas ruas em dias propícios ou mesmo expostos a visitação de fieis.
Exibição dos restos mortais do Padre Pio em San Giovanni Rotondo, sul da Itália cerca de 15 mil pessoas peregrinaram até lá para tocar e ver o corpo. As cenas ocorridas durante este suposto ato de fé refletem uma profunda falta de consciência bíblica sobre o que realmente seria adoração e a quem ela deve ser oferecida! Lamentável!
Á cima vemos as relíquias de São Vicente de Paulo e de Santa Luiza Marilac. Gotas de sangue e fragmentos de ossos dos santos católicos.Fragmento de um osso de padre e coroinha aqui no Brasil em Rio Grande do Sul. E visita das relíquias de Teresa de Lisieux ao Reino Unido.
Em ambas as situações encontramos centenas e as vezes milhares de católicos se acotovelando para tocarem em restos de corpos mortos para serem abençoados. Onde Jesus ou mesmo algum profeta ensinou isto nas Escrituras?
São milhares de cadáveres e pedaços de ossos espalhados por todo o mundo expostos em igrejas e monastérios para onde afluem multidões de peregrinos totalmente enganados por esta estranha cerimônia de adoração a restos mortais de homens que supostamente teriam sido santos.
Pergunto ao caro leitor. Se estes homens e mulheres realmente foram santos e serviram ao SENHOR DEUS único digno de adoração e louvor, eles apoiariam estas estranhas praticas feitas hoje em dia com seus corpos mortos?
Como isto começou?
O Catolicismo Romano parece querer em tudo contrariar os ensinamentos bíblicos em relação à fé. Parece necessitar ardentemente de provas visíveis e tocáveis no que se refere à salvação.
Precisam de imagens! Precisam de água benta! Precisam de crucifixos! De velas, e outras toneladas de artefatos e utensílios que em nada representam a fé bíblica. Pois o Senhor mesmo afirmou a Tomé “Mas bem aventurados os que não viram, mas creram.”
Porem a cima de tudo o que mais acumula em suas igrejas e templos são as assim chamadas “relíquias.” Principalmente as relíquias de mortos.
A obsessão do Catolicismo por relíquias vem desde sua origem pagã. Na realidade não se sabe ao certo quando isso começou, mas acredita-se que a influencia de cultos pagãos e a cultura de povos que foram introduzidos a força na Igreja Católica também geraram em seu interior este mal lamentável.
A The Catholic Encyclopedia afirma que o uso e “veneração” de relíquias de pedaços de ossos cadáveres de santos e até utensílios ou roupas é uma tradição primitiva que vem de outros cultos religiosos desde o inicio dos tempos.
Na realidade este nunca foi um costume cristão. Não encontramos na Bíblia esta doutrina. Nem mesmo vemos Cristo ou os apóstolos ensinando estas praticas tão grotescas.
De fato Deus condenava o simples contacto com qualquer corpo morto, quanto mais a veneração.
Levítico 21:11 E não se chegará a cadáver algum, nem por causa de seu pai nem por sua mãe se contaminará;
De onde vieram então estas praticas do Catolicismo Romano?
Múmia da Rainha Egípcia Hatshepsut que era venerada da mesma forma que os católicos veneram os mortos
O mais provável é que tenham vindo dos egípcios e outros povos inseridos por Constantino e outros lideres quando abriram as portas para todo e qualquer paganismo.
O Egito tinha o costume de cultuar cadáveres de seus deuses e em muitas localidades eram encontrados altares com braços ou crânios e outras partes de corpos mortos igualmente venerados como no Catolicismo.
Nas antigas religiões Babilônicas muitas das quais permanecem ativas até hoje e originam o satanismo moderno este costume de usar ossos em cerimônias é encontrado em abastança.
Em suas lendas antigas quando Nimrode o falso “salvador” da Babilônia morreu, seu corpo foi dividido em fragmentos, junta por junta. Estes restos mortais foram enterrados em vários lugares e cada lugar era então consagrado por causa dos ossos que recebera.
Isto está em contraste com a morte do verdadeiro Salvador, Jesus Cristo, de quem foi profetizado, “Nenhum dos seus ossos será quebrado” (Jo 19.36) e que ressuscitou no verdadeiro sentido da palavra. A ressurreição de Cristo resultou em um túmulo vazio, nenhuma parte do seu corpo tendo sido deixada para trás para servir de relíquia.
Este ato de consagrar um templo ou local usando para isto um osso ou relíquia é pagão. Porem é abraçado e incentivado pelo Catolicismo. Os bispos foram proibidos pelo segundo Concílio de Nicéia em 787 de dedicar um edifício se não houvesse qualquer relíquia presente; a penalidade para fazer isso era a excomunhão.
Quase todas as catedrais Romanistas têm em seus alicerces ossos e relíquias ou mesmo altares consagrados com tais abominações. Na própria Catedral de Wittenberg, onde Martinho Lutero afixou suas “Noventa e cinco Teses”, tinha 19.000 santas relíquias.
Esqueletos humanos como decoração
Este costume deu origem a uma verdadeira enxurrada de mentiras e as mais cruéis e desenfreadas atitudes por parte de padres e pessoas comuns que tiraram proveito destes rituais para obterem dinheiro fácil.
Desde que se acreditava que “muitos benefícios” advinham dos ossos de homens mortos, a venda de corpos e ossos tornou-se um grande negócio.
Em meados do ano de 750, imensas filas de carroções quase que constantemente vinham para Roma, trazendo grandes quantidades de crânios, braços pernas, e esqueletos completos que eram em seguida catalogados, etiquetados e por fim vendidos por bispos e papas.
Muitas sepulturas nestas épocas eram violadas durante a noite. Era comum verem-se guardas armados vigiando sepulturas em igrejas.
Ainda hoje na Igreja de São Praxedes existe uma placa de mármore na qual esta escrito que em 817, o papa Pascoal transferiu os corpos de 2.300 mártires de cemitérios para esta igreja.
Em outro período quando o papa Bonifácilo IV transformou o Panteon em uma igreja católica romana por volta do ano 609 cerca de vinte e oito enormes carroções carregados de ossos e esqueletos sagrados retirados de catacumbas foram depositados em uma bacia de pórfiro abaixo do altar-mor.
Por estes tempos afirmou Gregorovius:
“Roma era como um cemitério mal-cheiroso, no qual hienas uivavam e brigavam, enquanto cavavam avidamente à procura de cadáveres”.
Existem ainda hoje igrejas e catedrais construídas especialmente para abrigar ossos e cadáveres considerados relíquias. Estes locais são abertos periodicamente para visitação do publico conforme é o caso da capela dos Capuchinhos na rua Veneto em Roma.
Outras construções também mantêm esta tradição de serem usados ossos como matéria prima de suas paredes e adornos. Estas construções chamadas de arte pelo Romanismo são encontradas em Portugal, Roma e outros locais.
Será que Jesus ou seus apóstolos pregariam em igrejas como estas?
Sedlec Ossuary- uma pequena igreja católica, construída nos fins do século XIV, no estilo gótico francês. Situada abaixo da igreja do cemitério de Todos os Santos em Sedlec no subúrbio de kutna¡ Hora na Republica Checa, as igrejas estão uma sobre a outra, a de cima dedicada a todos os Santos e a de baixo a Paixão de Cristo. O Ossuary conta com aproximadamente 40 mil a 70 mil esqueletos humanos, que foram arranjados para dar forma a decoração e a mobília da capela.
A Capela dos Ossos é um dos mais conhecidos monumentos de Évora, em Portugal. Está situada na Igreja de São Francisco. Foi construída no século XVII e tem toda a sua decoração também feita com ossos, ornamentadas com filas de caveiras, cornijas e naves brancas. Foi calculado à volta de 5000, provenientes dos cemitérios, situados em igrejas e conventos da cidade. A capela era dedicada ao Senhor dos Passos, imagem conhecida na cidade como Senhor Jesus da Casa dos Ossos
O dia dos finados. Uma aberração retirada do paganismo
Missa do dia de Finados realizada em Cemitério
Não bastasse a enorme idolatria contida em todo o contexto do Catolicismo Romano, esta seita também incorporou um ritual pagão encontrado em varias religiões e cultos demoníacos espalhados ao redor do mundo “O dia dos mortos” ou como é chamado “O dia dos finados.”
Como sempre este dia foi incorporado ao calendário do Catolicismo Romano para atrair os pagãos e prostituir o Cristianismo com costumes e cerimônias oferecidas a outros deuses, os quais a própria Bíblia chama de demônios.
Alem disso, um cristão autentico nunca honraria uma pessoa morta da forma como esta seita romana incentiva que seja feito.
Cristãos autênticos crêem em uma vida com Cristo após sua morte, pois na realidade sabem que os que partiram serão recebidos nas mansões celestiais. Ou seja, sabem que seus amigos parentes e irmãos estão vivos em outro lugar. Sabem também que qualquer coisa que façam não influencia em nada a vida eterna daqueles que dormiram em Cristo, pois os mortos não podem nos ver, nem comunicar-se conosco conforme nos ensinam as Sagradas Escrituras.
João 11:25 Quem crer em mim, ainda que morra, viverá
Um cristão autentico entende pelos ensinamentos bíblicos que não adianta acender velas, ou depositar flores em túmulos e também rezar em favor das almas de seus parentes e amigos. Estes ensinamentos católicos são uma grande blasfêmia contra o plano divino de salvação e estas praticas não agradam ao Senhor Deus e também não condizem com seus mandamentos.
Pela Bíblia nos inteiramos de que os mortos não se comunicam com os vivos ( Is 8.19).Que não tem a pessoa falecida consciência do que ocorre com os vivos no lugar onde está e que os cristãos ficam com Cristo no céu (2 Co 5.6-8; Fp 1.21-23); os descrentes ficam no Hades até o dia do Juízo Final, quando de lá sairão para o Lago de fogo ou Geena (Lc 16.22-25; Ap 20.11-15). Nada sabem do que ocorre na terra (Hb 9.27). Devemos ter respeito pelos nossos parentes enquanto vivos, mas não há possibilidade de que eles nos ajudem ou prejudiquem depois da morte.
Ao incentivar a observação deste dia pelos fieis católicos, o Catolicismo esta introduzindo este povo nos ensinamentos profanos das religiões espíritas.
Mais uma vez as mentiras e pactos satânicos do Catolicismo Romano estão levando multidões a distanciar-se de um verdadeiro encontro com Deus.
Mateus 22:32 Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó? Ora, ele não é Deus de mortos, mas de vivos.
O que está por trás do dia dos finados?
Como mencionamos anteriormente o “dia dos finados” como é popularmente chamado é um dia introduzido do paganismo. Este dia é observado por inúmeras seitas e cultos pagãos.
No entanto o mais relevante sobre esta cerimônia é o fato de ter se originado principalmente do paganismo do povo Celta.
O dia de finados, o dia de todos os santos e a popular festa do Halloween estão extremamente ligados e ambos remontam as épocas do paganismo celta
No dia 31 de outubro é comemorado o Halloween. Logo em seguida o Dia de Todos os Santos e o Dia de Finados caem respectivamente em 1º e 2 de novembro.
Esta tradição teve inicio através da mesma estratégia desonesta do Catolicismo agindo como uma esponja absorvendo cultos e seitas sem se preocupar com verdadeira conversão, movidos por ganância e promovendo esta terrível prostituição cultual que é o que parece saber fazer melhor.
Durante a evangelização e conversão forçada dos povos celtas nos séculos IV-VIII da era cristã, foi percebido pelo Catolicismo que as festas pagãs eram muito importantes para estes povos e que de maneira alguma deixariam de praticá-las para abraçar a nova fé que lhes era imposta.
Usou-se então a estratégia de manter a mesma festa com o pretexto de ser uma festa cristã. Sendo assim os povos celtas não precisariam deixar de praticar o seu paganismo ritual, apenas o trariam para dentro do suposto cristianismo.
Papa Gregório III
Em 737, o Papa Gregório III escolheu a data de 1º de novembro para celebrar a festa da consagração de uma capela na basílica de São Pedro (Roma) em honra de Todos os Santos. Em 834, o Papa Gregório IV estendeu a festa a toda Igreja Católica. Em 998, Odilon, abade do mosteiro de Cluny, na França, começou a celebrar no dia 2 de novembro a reza em favor do descanso das almas no Purgatório, o que também mais tarde foi estendido aos demais cristãos por outros Papas, iniciando-se assim o que conhecemos como Dia de Finados. Desta maneira procurava-se “cristianizar” a celebração da vinda dos espíritos dos mortos praticada pelos druidas.
Qual seria então o real perigo destas comemorações?
Ora. Por ser um dia pagão traz em seu âmago uma mensagem terrível. Segundo os antigos Druidas sacerdotes e lideres espiritualistas dos povos celtas, nestas datas acreditava-se que os espíritos dos mortos podiam se manifestar aos vivos, pedindo oferendas causando vários tipos de distúrbios no mundo material. Também era o tempo propício para serem feitos contatos e pactos com duendes gnomos, bruxas demônios e deuses, pois segundo acreditavam, existia uma atmosfera propicia para isto.
Durante os festejos havia um espírito de pavor, uma atmosfera de medo, pois coisas estranhas podiam ocorrer. Crianças desapareciam e não mais eram vistas, colheitas podiam ser destruídas e muitos males poderiam ocorrer se não oferecessem sacrifícios aos mortos e aos muitos demônios do mundo espiritual.
Animais eram sacrificados, comidas eram oferecidas e grandes fogueiras eram acesas onde criminosos e prisioneiros eram queimados vivos em oferenda aos espíritos.
Por causa disto este período era chamado de Samhain uma palavra de origem celta para designar “O Senhor da Morte“. Os celtas dedicavam o último dia de outubro para celebrar a “Festa dos Mortos“.
Esta data é uma data extremamente importante para o satanismo e bruxaria modernos, pois simboliza o relacionamento da “Grande Deusa” representada pela Lua com seu filho, o “Deus Chifrudo” representado pelo Sol, ela é celebrada intensamente hoje em dia por estas seitas
Senhor da Morte
Na crendice popular segundo crêem muitos católicos, no Dia de finados não se pode pescar, caçar, pois é o dia das almas dos mortos saírem para vagarem pela terra e realizarem aquilo que praticavam quando ainda vivas.
Durante esta data 2 de novembro centenas de milhares de católicos vão aos cemitérios cumprir os antigos rituais pagãos oferecendo sacrifícios de flores, comidas e lavando túmulos, chorando e rezando, mandando celebrar missas e outros ritos, para livrar a alma de seus entes queridos de uma mentira chamada purgatório.
Conseqüentemente nas religiões afro-brasileiras 2 de novembro é um dia especial para se cultuar e cumprir obrigações para com os eguns (espíritos dos mortos), Omolu, o senhor dos cemitérios, e com Exu Omolu, chefe da linha de cemitérios na Quimbanda.
Vemos então que este dia “2 de novembro”, juntamente com o dia “31 de outubro” quando é comemorado o Halloween e “1 de novembro a Festa de todos os santos” na verdade são uma cerimônia só, homenageando demônios e espíritos que ha muitos anos escravizam povos e civilizações, os quais são inimigos do verdadeiro Deus o Deus da Bíblia e que a muito tempo encontraram lugar no coração corrupto do Catolicismo Romano.
O Catolicismo Romano pratica espiritismo
Uma pratica extremamente abominável aos olhos de Deus e claramente condenada na sua Palavra é a comunicação com os mortos. A Bíblia deixa bem claro que uma pessoa que morre não pode comunicar-se com vivos. Alem disso é mandamento bíblico que não se invoque espíritos de mortos e a pratica de tal coisa é um grande pecado e abominação:
Deuteronômio 18:10-13 Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR, teu Deus, os lança de diante de ti. Perfeito serás para com o SENHOR, teu Deus
Isaías 8:19-20 Quando vos disserem: Consultai os necromantes e os adivinhos, que chilreiam e murmuram, acaso, não consultará o povo ao seu Deus? A favor dos vivos se consultarão os mortos? À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva
Na Palavra de Deus encontramos constantes advertências sobre este tipo de pecado e quem o pratica é chamado de MALDITO e será lançado de diante da face de Deus.
Supostas impressões de mãos feitas por espíritos de mortos em roupas de freiras, padres e também em livro, partes do acervo do Museu das Almas do Purgatório
Porque então a Igreja Católica Romana pratica o ESPIRITISMO e comunicação com os mortos abertamente, mantendo até uma IGREJA para tal fim?
Não sei que desculpas o Catolicismo usará para justificar este tipo de blasfêmia, porem para tal coisa não existem justificativas. Quem não enxergar que esta religião é uma verdadeira doutrina de Satanás deve estar cego!
Existe uma Igreja em Roma chamada de O MUSEU DAS ALMAS DO PURGATÓRIO que foi criado no começo do século passado pelo padre Victory Juet, Ela é chamada de o primeiro Museu Cristão de Além Túmulo, com autorização do papa.
Esta Igreja contem uma coletânea de peças e testemunhos onde mortos tem se comunicado com vivos. Em sua maioria padres e freiras da Igreja Católica Romana. Ou seja, são espíritos de padres e freiras mortos comunicando-se com vivos.
A tal Igreja realiza um trabalho autorizado pelo Vaticano e pelo próprio papa onde os seus padres viajam por vários países recolhendo testemunhos e provas sobre a comunicação dos mortos com os vivos.
No começo do século passado a Igreja museu foi aberta para o publico em 1917, porem por gerar muito escândalo e por ter causado muitos comentários contra o Catolicismo, entre eles o fato de ser chamada até de SATANISMO, a igreja foi fechada e mantida funcional apenas para clérigos.
Este museu é bem visto por parte de bispos e até mesmo por parte das principais autoridades eclesiásticas, que admitem a comunicação de espíritos de mortos com vivos.
O próprio Papa João Paulo II no dia de finados em 1983 em um de seus pronunciamentos públicos em Roma, na Praça de São Pedro proferiu a seguinte frase:
“O diálogo com os mortos não deve ser interrompido porque, na realidade, a vida não está limitada pelos horizontes do mundo” (Papa João Paulo II)
Atualmente são muitos padres envolvidos com transcomunicação: O padre suíço Léo Schmid publicou o livro Quando os Mortos Falam, resumindo cerca de 12 mil comunicações de espíritos por vozes paranormais, registradas em gravador por fita cassete. Também o padre Karl Pfleger foi liberado de suas obrigações tradicionais da Igreja para pesquisar o assunto e resultou em opiniões claras e definidas de que a comunicação era uma realidade. Na França, o padre François Brune escreveu o livro Os Mortos nos Falam, traduzido em 11 idiomas e vendido em livrarias católicas. Em parceria com um pesquisador da Universidade de Sourbone, escreveu o livro Linha Direta com o Além. Na Bélgica, Jean Martan escreveu o livro Milhares de Sinais, que resume evidências de comunicação e faz conferências legitimando estas possibilidades. E por aí vai.
Em entrevista ao Fantastico o padre Gino Concetti respondendo a algumas perguntas proferiu a seguinte afirmação:
Segundo o catecismo moderno, Deus permite aos nossos caros defuntos, que vivem na dimensão ultraterrestre, enviar mensagens para nos guiar em certos momentos de nossa vida. Após as novas descobertas no domínio da psicologia sobre o paranormal, a Igreja decidiu não mais proibir as experiências do diálogo com os trespassados, na condição de que elas sejam levadas com uma finalidade séria, religiosa, científica.
Suposta "aparição" de João Paulo II numa fogueira na Polônia
O que encontramos nesta nova abordagem espírita do Catolicismo e uma grave deturpação das doutrinas da Bíblia.
Estão criando doutrinas que contrariam completamente a Bíblia. Apresentando um evangelho totalmente diferente do evangelho pregado por Jesus.
Na parábola “Do rico e Lazaro,” um trecho que expõem visivelmente uma doutrina bíblica, pois em nenhuma outra parábola Jesus usou nomes próprios para os personagens e também utilizou o verbo “Havia” dando a entender que tal coisa realmente ocorreu, do contrario Cristo teria mentido e isto seria improvável.
Esta porção das Escrituras nos mostra que a comunicação dos mortos com vivos não é permitida.
Lucas 16:19-31 Ele replicou: Pai, eu te rogo, então, que os mandes à casa de meu pai (pois tenho cinco irmãos) para os avisar a fim de não suceder virem eles também para este lugar de tormento! Mas Abraão disse: Eles têm Moisés e os profetas; ouçam-nos. Respondeu ele: Não, Pai Abraão, mas se alguém for ter com eles dentre os mortos, hão de se arrepender. Replicou-lhe Abraão: se não ouvem a Moisés e aos profetas tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos.
Logo, mais uma vez o Catolicismo está misturando o Evangelho com concepções humanas e doutrinas de demônios. Quanto a isto já somos advertidos pela Bíblia a verdadeira e única Palavra de Deus que devemos rejeitar um falso e deturpado evangelho vendo-o como maldito.
Gálatas 1:8-9 Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema. Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema.
2ºJoão 1:9-11 Todo aquele que vai além do ensino de Cristo e não permanece nele, não tem a Deus; quem permanece neste ensino, esse tem tanto ao Pai como ao Filho. Se alguém vem ter convosco, e não traz este ensino, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis. Porque quem o saúda participa de suas más obras.
1ºTimóteo 4:1-2 Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios;Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria
Conclusão deste artigo:
A Bíblia e seus ensinamentos são a vontade de Deus para o Homem. Suas doutrinas estão completas e nela temos tudo que precisamos saber devidamente exposto. Não precisamos invocar mortos. Não precisamos adorar pedaços de “ossos santos”, pois o Pai procura adoradores que o adorem em Espírito e em verdade.
João 4:23 Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.
O conceito de adoração do Catolicismo exclui completamente os ensinamentos bíblicos. Simplesmente não contem absolutamente nada que remeta ás Escrituras Sagradas. É uma deturpação absurda da verdade. Esta suposta adoração se constitui de rituais pagãos e mentiras inventadas para persuadir e escravizar pessoas para aumentar cada vez a riqueza e o poder de um organismo anticristão. Mudaram todo o Evangelho de Deus em mentira!
“Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro; E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro.”
2ºCoríntios 6:14-16 Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo? Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.
É fato provado tanto historicamente como por atitudes na atualidade, que o Catolicismo Romano possui e promove alianças ecumênicas com varias crenças, seitas e cultos demoníacos ao redor do mundo. Tais atitudes defendidas e promovidas pela liderança católica não visam promover a paz ou comunhão, mas favorecer relações políticas que possam lhes ser lucrativas.
Nesta matéria mostraremos em detalhes o porquê não devemos apoiar o ecumenismo promovido por varias seitas e que esta pratica é anti-biblica e fruto dos planos satânicos do inferno.
A Palavra de Deus não nos ensina a nos misturarmos com outras religiões, ao contrario, nos ordena a não manter comunhão alguma com religiões que pregam outros deuses, dos quais a Bíblia os classifica como sendo abominações e demônios.
Em todo o Antigo e Novo Testamento encontramos repreensões contra a associação com outras religiões.
Êxodo 20:3 Não terás outros deuses diante de mim.
Êxodo 23:13 E, em tudo que vos tenho dito, guardai-vos; e do nome de outros deuses nem vos lembreis, nem se ouça da vossa boca.
Muitos podem até afirmar que esta visão é radical e desumana. Que como cristãos devemos aceitar outras culturas e religiões. Que devemos nos unir como uma grande fraternidade global. No entanto tal idéia não é mostrada na Bíblia. Nem tão pouco ensinada por Cristo. Pessoas que não lêem a Bíblia e não conhecem seus ensinamentos tendem a acreditar que “amor” seria aceitar todas as diferenças, mas esta filosofia é no mínimo inspirada nos conceitos dos movimentos de Nova Era que por sua vez preparam o reinado do Anticristo onde segundo as profecias bíblicas haverá uma falsa paz e harmonia promovida pelo diabo,
Mateus 10:34 Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada.
Em nenhum momento nos ensinamentos de Cristo é passado que devemos respeitar outras crenças ou mesmo manter comunhão com quem as pratica. Ao contrario disso vemos que devemos condenar tais cultos e expor através da visão bíblica quais seriam as verdades de Deus.
Efésios 5:11 E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as.
Devemos entender então que amor divino ou mesmo amor cristão não é passar a mão na cabeça das pessoas e dizer; “Está tudo bem! Deus te aceita da maneira que você é!” Não importa os seus vícios, deformações de personalidade ou demônios que você admira e adora! Venha para a igreja da forma que quiser e seremos irmãos!”
Tais afirmações até seriam cabíveis no Catolicismo, mas o Evangelho pregado por Cristo e seus apóstolos é uma palavra de transformação, de abandono da iniqüidade e compromisso com um único Deus. O que passar disso é de procedência maligna.
Mas por que o Catolicismo não esta preocupado com a visão Bíblica sobre fazer alianças com outros cultos e deuses? Por que a Igreja Romana encoraja estas praticas?
Simples! Porque a mesma não está preocupada em seguir as doutrinas bíblicas e sim seus dogmas e regras que são alterados e substituídos sempre que lhes parece proveitoso.
Mesmo os lideres desta seita ou os chamados papas apóiam claramente esta falsa paz chamada de ecumenismo.
Vários “apologistas” católicos defendem estas alianças profanas com toneladas e mais toneladas de expressões filosóficas e ideológicas dizendo; “Não estamos fazendo isso! Isso é conversa de protestantes!”
Mas a verdade não pode ser negada. Não importa como eles chamam estas atitudes que estão tomando, a Bíblia as chama de abominação.
A Igreja Católica esta realmente prostituindo o Evangelho de Cristo com deuses (demônios) de outras nações, os quais sempre se opuseram ao Senhor.
O Catolicismo em nada parece estar preocupado com as suas atitudes perante os seus “fiéis”, pois não existem justificativas plausíveis biblicamente para explicar os seus desavergonhados atos de confusão. Suas alianças religiosas e políticas só contribuem para a alienação dos que afirmam seguir esta seita hipócrita.
Afinal qual é a religião verdadeira para um católico romano? Qual é o deus verdadeiro para um fiel da “santa igreja?” A quem eles devem se curvar e adorar?
Na foto ao lado vemos a “suma liderança católica” beijando o Alcorão (Assis 1986). Como justificar tais atitudes? Qual o livro sagrado que se deve reverenciar afinal?
2ºJoão 1:10 Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis.
As informações a seguir foram pesquisadas de matérias e reportagens correntes na Web nas seguintes fontes (www.cacp.org.brhttp//solascriptura-tt.org/Seitas/AlaOuJesus´RMattes.htmlhttp://www.answering-islam.org/portugues/contradicoes.html) Caso contenha alguma afirmação errônea ou má interpretada sobre o islamismo o qual confesso: Não conheço tal doutrina a fundo! Gostaria de ser informado para submeter o texto a correção e com prazer me retratar se preciso for. Faço tal afirmação devido ao fato de não poder me responsabilizar por noticias correntes na Web e por matérias que outros escreveram,
A Palavra de Deus é clara a este respeito, um cristão autentico não reverencia outra doutrina. Um servo verdadeiro de Deus não se dobra a outros deuses e como sabemos muito bem Allah dos mulçumanos não é o mesmo Deus do cristianismo.
Embora alguns ignorantes afirmem não haver diferença entre Allah e Jeová, as diferenças são deveras gritantes. Mencionarei resumidamente não somente as diferenças na personalidade quanto nas praticas de fé:
· Deus Jeová o Deus dos cristãos é o criador do universo do mundo e de tudo que existe, pai de nosso Senhor Jesus Cristo e age em nós através de seu Espírito Santo.
· Allah era um nome que se usava para um dos deuses da Arábia, conhecido como o pai das deusas Lat, Uzza e Manat, adoradas por muitos. Ele não possui um filho chamado Jesus, ao contrario segundo os mulçumanos Jesus foi apenas mais um profeta.
· Para os mulçumanos Jesus não é divino, nem salvador, muito menos Deus. Não morreu em uma cruz, sendo que Judas morreu em seu lugar.
· O islamismo não prega arrependimento ou reconciliação crê que tal salvação só pode ser adquirida através das obras.
· Não crê na Bíblia, embora respeitada não é digna de total confiança, pois, segundo eles, foi corrompida com o passar do tempo, apenas a consideram quando esta coincidi com o alcorão que para eles é em muito superior.
· O céu ou paraíso do Islamismo é bem diferente do céu mencionado na Bíblia cristã. No paraíso islâmico existem prazeres puramente sexuais com varias virgens para um só homem que ao manterem relações sexuais voltam a serem virgens novamente. Curiosamente só existem promessas deste tipo para os homens
· Quanto ao Espírito Santo chegam a compara=lo a Maomé. Absurdo!
Outros pontos importantes a mencionar é que o Alcorão incita a violência e o ódio contra os não muçulmanos, cristãos e judeus – “… Matai os idolatras onde quer que os encontreis…” (Sura 9:5). Pregam a Jihad Santa (guerra santa) contra os infiéis do mundo. E afirmam que matando um infiel, que é uma ordem para todos os muçulmanos, eles são assegurados de um lugar no paraíso.
Embora a Bíblia afirme que devemos defender nossa fé a ponto de não aceitar ensinos de outras religiões, não nos ensina a fazer isso com violência.
No Evangelho de Jesus muito claramente se ensina que os Cristãos não devem lutar por sua religião. Os Apóstolos de Jesus ensinaram o mesmo:
Mateus 5:39e44 Se alguém te ferir a face direita, oferece-lhe também a outra… amai vossos inimigos
Mateus 26:52 Embainha tua espada, porque todos aqueles que usarem da espada, pela espada morrerão.
Efésios 6:12 Pois não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar, mas contra os principados e potestades, contra os príncipes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal (espalhadas) nos ares.
No Islamismo encontramos atitudes terroristas de vários grupos “radicais” islâmicos que imprimem a violência como forma de conversão e são capazes dos atos mais bárbaros apoiados em suas convicções de fé. Basta a qualquer momento darmos um giro nos noticiários das mais corriqueiras fontes de informação no mundo e encontramos facilmente a palavra Islamismo associada com terrorismo, morte, homem-bomba crianças-bomba e coisas do gênero. Vejamos á seguir algumas noticias e suas referidas fontes:
Quem não orar será decapitado!
Todos os habitantes de uma cidade do Sul da Somália que não fizerem as suas cinco orações diárias, como manda o Islã, serão decapitados, disse à Associated Press o sheik Hussein Barre Rage, porta-voz dos Tribunais Islâmico naquela região. Todas as lojas e casas de chá têm que fechar à hora das orações e ninguém será autorizado a circular na via pública.
Cerca de 700 pessoas morreram no norte do país africano
A polícia da Nigéria está investigando como uma seita islâmica local conseguiu deflagrar, na semana passada, uma onda de violência durante a qual mais de 700 pessoas morreram no norte do país africano, disse nesta segunda-feira um porta-voz da corporação.
Na Indonésia, os muçulmanos de Sulawesi encontraram uma nova forma de festejar o fim do Ramadão, decapitando jovens cristãs. Perante o silêncio e a indiferença geral.
Ao menos 64 pessoas morreram e 107 ficaram feridas nesta sexta-feira devido a duas explosões de mulheres suicidas em mercados de animais de Bagdá. Foi o pior atentado na capital do Iraque desde 18 de abril de 2007, quando um carro-bomba explodiu matando 116 pessoas. Na primeira ação, uma mulher se explodiu no mercado de animais de Ghazil, no centro de Bagdá, provocando a morte de ao menos 46 pessoas e deixando 82 feridas, de acordo com a polícia. Os explosivos estariam sob o tradicional roupão islâmico preto. Segundo uma testemunha, a mulher entrou no mercado dizendo que tinha pássaros para vender. As pessoas teriam se aproximado e ela apresentou a bomba sob sua roupa. Depois de 20 minutos da primeira explosão, uma segunda mulher se explodiu em um mercado de pássaros na região sudeste de Bagdá. Ao menos 18 pessoas morreram e 25 ficaram feridas, de acordo com a polícia.
Como poderia um cristão apoiar uma religião que inspira seus seguidores a tomarem atitudes estremas e cruéis chegando ao ponto de treinarem crianças para explodirem contra seus inimigos?
Embora não conheçamos no mais profundo o Islamismo, sabemos o suficiente para entender que estas não são praticas cristãs. Não são ensinamentos apoiados por Cristo. Não é possível aceitar que crianças sejam treinadas para matar, mães sejam forçadas a explodir por sua fé e vidas sejam ceifadas em nome de uma doutrina.
Não posso afirmar que todo este terrorismo praticado por grupos extremistas sejam em total apoiados pelos lideres Islâmicos, mas o fato é que eles ocorrem com freqüência, na maioria das vezes causados e embasados em diferenças religiosas. Claro que existem outros pivôs nesta guerra de terror mas a religião e os ensinamentos só parecem encorajar tais atos.
Podemos então concluir que o Islamismo é um outro seguimento que reverencia outro deus uma outra fé que em muito difere do que nos foi exposto na Bíblia. O que a Bíblia nos ensina em relação a tais cultos?
Gálatas 1:8 Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.
Dados estes esclarecimentos não é correta a posição Católica e de outras igrejas ao promoverem este estranho relacionamento ecumênico. Não é correto reverenciar um livro que nos expõe outras doutrinas.diferentes das que recebemos.
O perigo de tal atitude é que as outras religiões são colocadas e reconhecidas como sendo um caminho valido não somente para a paz mas para o céu. Contrastando com a visão bíblica onde somente Cristo pode salvar.
Porem não é somente com o Islamismo que o Catolicismo tem firmado alianças e acordos. Vemos hoje as mesmas atitudes de prostituição com os ídolos pagãos se repetirem em qualquer direção, voltadas a qualquer crença ou fé. Basta ser lucrativo para a cúria romana para que os “laços fraternos” do ecumenismo abracem tal crença.
O papa João Paulo II permitiu que uma sacerdotisa hindu fizesse a tradicional marca de Shiva (ou Xiva) em sua fronte. Logicamente, esse evento chama a atenção de qualquer pessoa que creia nas profecias bíblicas. No livro do Apocalipse, o Falso Profeta, o líder da nova religião global do Anticristo, faz os habitantes do mundo aceitar uma marca, ou na fronte, ou na mão direita. Portanto, é um fato importante quando uma sacerdotisa pagã faz uma marca na fronte do Papa!
O papa João Paulo II desafiou as solenes palavras de Jesus Cristo quando deu credibilidade e validade à religião pagã de Shiva. O papa está negando, por suas ações, que o cristianismo é a única religião válida na Terra. Mas ele está fazendo muito mais: está desafiando o mandamento de Deus em Jeremias 10:2: “Assim diz o SENHOR, não aprendais o caminho dos gentios.“.
“De acordo com o livro Gods of the New Age (Deuses da Nova Era), de Caryl Matrisciana, o adoradores de Shiva são ‘reconhecidos pelas três linhas horizontais pintadas em suas frontes. Esses discípulos do deus Shiva consideram a loucura — um dos atributos de Shiva — um dos níveis mais altos de espiritualidade! Muitos hindus acreditam que a insanidade é uma forma de consciência do deus’.”
A religião de Shiva é totalmente satânica e adora seu deus por meio do sexo tântrico.
Por meio desse ato de aceitar a marca na sua fronte, o papa sinalizou sua aceitação de Shiva como uma religião tão válida quanto o cristianismo.
Em inúmeras outras situações encontramos os papas ou lideres católicos reverenciando cerimônias e rituais reprovados pelas Escrituras Sagradas.
Nas fotos ao lado vemos o papa recebendo pasces e encantamentos de lideres indígenas. é necessário lembrar aqui que tais indígenas adoram outros deuses completamente diferentes do Deus vivo mostrado na Bíblia o qual exige reverencia e adoração somente para si. Neste caso se o papa é realmente um seguidor de Cristo e da Bíblia porque comente esta tamanha blasfêmia?
Êxodo 20:3 Não terás outros deuses diante de mim.
Êxodo 23:13 E, em tudo que vos tenho dito, guardai-vos; e do nome de outros deuses nem vos lembreis, nem se ouça da vossa boca.
Em outra ocasião em união com uma Sinagoga, uma mulher nua faz leitura e JP II bebe líquido oferecido a ídolos.
Ainda que para alguns o ecumenismo proposto pela Igreja Católica pareça ser algo bom e louvável, todavia segundo o Evangelho de Cristo e a Bíblia este movimento contribui de forma objetiva com a degradação e mistura do evangelho genuíno com os ritos pagãos de outras seitas.
A Igreja Católica apenas está fazendo o que sabe fazer de melhor, misturar o Evangelho bíblico a tal ponto que não se consiga mais diferenciar o que é cristianismo de paganismo.
Esta não é e nunca será a visão de Deus. Somente nas Escrituras encontramos as respostas corretas e não em conselhos e dogmas católicos. Nos deixemos guiar pela verdadeira Palavra de Deus.
Tiago 3:11, 12 Acaso, pode a fonte jorrar do mesmo lugar o que é doce e o que é amargoso? Acaso, meus irmãos, pode a figueira produzir azeitonas ou a videira, figos? Tampouco fonte de água salgada pode dar água doce.
Deuteronômio 6:14 Não seguireis outros deuses, os deuses dos povos que houver à roda de vós;
1 Coríntios 10:21 Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios.
Capa da revista italiana "Panorama" com a reportagem "As Noitadas dos Padres Gays"
Consternadas, autoridades católicas dizem que sacerdotes homossexuais devem abrir mão dos benefícios da vida na Igreja
A edição desta semana da revista italiana Panorama, de propriedade do primeiro ministro Silvio Berlusconi, leva mais um escândalo às portas do Vaticano. Baseada em um mês de investigação com câmeras escondidas, uma longa reportagem expõe três religiosos sob o título As Noitadas dos Padres Gays. Há fotos dos padres em clubes e a capa da revista mostra um homem de batina, segurando um rosário, com as unhas pintadas de rosa.
Depois que a revista chegou às bancas, autoridades “consternadas” da Igreja Católica divulgaram uma nota oficial dizendo que padres homossexuais deveriam revelar-se e deixar a vida monástica. “Aqueles que levam uma vida dupla, que não compreendem o que significa ser um padre católico, não deveriam abraçar o sacerdócio”, afirma o comunicado da Diocese de Roma, a maior da Itália. “A honestidade exige que eles se revelem.”
Recentemente, o Cardeal Tarcisio Bertone, número dois do Vaticano, causou furor ao sugerir que a homossexualidade, e não o celibato, estaria na origem dos diversos casos de pedofilia que macularam a imagem da Igreja Católica em diversos países. O Papa Benedito XVI já condenou, em diversas oportunidades, o casamento gay, qualificando-o de “ameaça insidiosa e grave ao bem comum.”
A confusão atual da História da Igreja Católica com a História da Igreja de Jesus Cristo começou com o Bispo Romano chamado de “São” Gregório, que viveu no final do século 6 (501-600 dC). Este mentor construiu o engenho político da Igreja Católica Romana que ainda funciona hoje. Ele foi o maior líder político que já houve no catolicismo. Foi sua imaginação que resolveu chamar a todos os cristãos de todos os países de católicos mesmo que estes não vivessem segundo os comandos de Roma. Seus slogans são repetidos ainda hoje em dia no Yahoo Respostas por muitos que postam aqui.
Em qualquer lugar do mundo onde o cristianismo já existia, este foi renomeado na História como sendo “catolicismo” por ele e pelos Monges Beneditinos organizados por ele. Este artifício se encaixou perfeitamente porque no século 3 o termo “católico” (que significa universal em grego) tinha uso generalizado em todas as verdadeiras igrejas de Jesus Cristo, da Grã-Bretanha até no Japão, só que não com o sentido que Gregório usou. Portanto, os monges beneditinos e os escribas treinados em seu sistema começaram a proclamar que tudo era do catolicismo (ai já se tratando da organização política-religiosa criada por Constantino), incluindo: edifícios, os nomes de cristãos famosos (mesmo que estes nunca tivessem ouvido falar da organização de Constantino), heróis da fé, missionários, os autores e seus escritos, ou qualquer coisa com forma de fé cristã que antecedesse o século 7 .
É por isso que arrogantes afirmações são feitas hoje em nome da Igreja Católica. Alegam eles que a própria Bíblia é um documento católico, e que esta não existia até o século 4. Eles chamam à Igreja Católica até os Apóstolos. Eles se referem às supostas tradições católicas instituídas, segundo eles, pelos Apóstolos e que teriam sido transmitidas oralmente até hoje na Igreja Romana. Estas alegações são fáceis de fazer 20 séculos mais tarde, mas ninguém antes da ignorância da Idade Média jamais ousou fazer essas afirmações absurdas e infundadas.
Uma vez que tinham monopolizado o poder político durante vários séculos, eles então começaram a bater este tambor propagandista que não faz qualquer sentido histórico até porque os apóstolos tinham diferenças dentre si, não se hierarquizavam e o último a morrer foi João na Ilha de Pátmos e dali não saiu nenhum substituto papal nem qualquer linha escrita sobre uma sucessão papal.
Agora, 2000 anos depois, muitas gerações de europeus e seus descendentes viveram e morreram acreditando que esta revisão absurda da história era a verdade. Um exemplo claro desta revisão absurda criada pela Igreja Católica é a história dos Albigenses. Na busca da verdade ao relatar dos fatos, ninguém poderia seriamente afirmar que os Cátaros e os Albigenses, que foram relocados historicamente pela Igreja Católica para o século 12, surgiram realmente nesta época. Os fatos históricos demonstrados por inúmeras fontes independentes fazem desta reivindicação católica a mais impossível e improvável das falácias. Mesmo vários documentos do próprio Vaticano estão em contradição direta com essas afirmações feitas pelos “historiadores católicos”.
"Santo Sudário" testes de Carbono 14 datam este tecido de no mínimo 500 anos após Jesus
Agnósticos, Ateus, hereges, protestantes, ortodoxos e escritores Cathari apontam para as tendências flagrantes da Igreja Católica Romana em seus materiais, ensinamentos, websites e livros que tentam enfiar goela abaixo sua história como sendo a oficial. Quando a imprensa e a liberdade dos indivíduos começaram a fornecer documentos de origem católica para sofrerem exames de veracidade uma infinidade de problemas são observados. Antigos documentos que tentavam remeter a história católica até os Apóstolos, incluindo cópias de textos bíblicos foram comprovados como tendo sido adulterados na Idade Média e muitos outros criados nesta mesma época, após a reforma protestante, para contestar Lutero e seus seguidores. O suposto “santo sudário”, já se sabe que é composto de linho datado em mais de 500 anos depois de Cristo ter vivido. Restos da madeira da cruz, cajados de apóstolos, ossos de mártires, textos sobre a ascensão de Maria… tudo comprovadamente forjado dentre o século 12 e 15.
As histórias católicas são corretas sobre uma coisa apenas. A Igreja Católica é a organização-mãe de todos os protestantes e Igrejas Reformadas. No entanto, historiadores católicos, propositalmente, são enganosos quando escrevem generalizando que todas as igrejas cristãs surgiram do Catolicismo, esquecendo-se das de origem Cathari por exemplo. As igrejas Cathari rejeitaram a igreja de Constantino desde o século 3. Esta rejeição contínua é facilmente vista no registro histórico do próprio Vaticano.
Livros da Biblioteca do Vaticano comprova que a história Católica é mentira
Os registros Católicos encontrados na biblioteca do Vaticano fornecem uma preponderância de evidências apoiando a história da Igreja independente daquela instituição o que comprovaria que em todos os tempos houveram cristãos fieis aos ensinamentos de Jesus que não se renderam ao domínio político-religioso do catolicismo. Não há dúvida de que, em todas as idades existia um terreno fértil, desorganizado com certeza, perseguidos obviamente, mas um grupo de crentes que foram totalmente independentes da igreja oficial, nas regiões onde viviam. Estes seguiam todos os ensinamentos Bíblicos, analisando as Escrituras para saberem como deveriam se comportar e viver, que aceitavam a Deus como Pai, Filho (Jesus Cristo) e Espírito Santo, que se convertiam por livre e espontânea vontade, mesmo sabendo da perseguição que haveria como conseqüência desta decisão, que batizavam no sentido real desta palavra (IMERSÃO) aqueles que já tinham idade suficiente para esta decisão, que não aceitavam nenhuma autoridade espiritual sobre eles que não fosse o próprio Espírito Santo e que guardavam todos os dias vivas em seus corações as verdades do evangelho.
Devido a toda perseguição do Catolicismo aos Cristãos Cathari estes tiveram sua continuidade praticamente destruída diversas vezes e cada ressurgimento era com um nome diferente para despistar os perseguidores de Roma, eles foram os Montanistas, os Novacianos, os Donatistas, os Albigenses, os Crentes de Gales, os Valdeses, os Bogomols, os Paulicianos, os Henricianos, os Petrobrussianos, os Culdees, os Anabatistas, os Valdenses e do século 15 em diante os Batistas.
Para saber a origem de todas as denominações cristãs após a reforma e a contra-reforma, incluindo as pentecostais e neo-pentecostais, basta analisar as informações abaixo:
Origem Católica:
Batismo de Crianças por aspersão, Adoração/Veneração de Imagens, Hierarquia de todas as igrejas locais para uma superior chegando até um governo central, defendem o Movimento Ecumênico, Considera a Autoridade da Igreja e de sua liderança absoluta.
Origem Lapsii (Protestante):
Realiza vários modos de batismo, alguns recém-nascidos são batizados (aspersão, batizam os bebês) mas também adultos por aspersão e por imersão. Hierarquia de um governo sobre as assembleias locais mas nem sempre até um governo central, gostam de se chamar de protestantes, aderiram ao Movimento Ecumênico, Combinam a autoridade da Igreja e da Bíblia como algo igualitário.
Origem Cathari (Batista):
O Batismo é por imersão e somente após a pública confissão pessoal de sua fé em Jesus, Jesus é a única autoridade sobre a autonomia total da igreja local, não há governo central das igrejas, Acredita que cada uma das Igrejas locais devem responder unicamente e diretamente a Deus pelas suas ações e decisões. Rejeição total da Ideologia Ecumênica, Consideram a autoridade da Bíblia absoluta e inquestionável.
Salmo 135:15-18 Os ídolos dos gentios são prata e ouro, obra das mãos dos homens. Têm boca, mas não falam; têm olhos, e não vêem, Têm ouvidos, mas não ouvem, nem há respiro algum nas suas bocas. Semelhantes a eles se tornem os que os fazem, e todos os que confiam neles.
Segundo as informações oficiais, o Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), que é popularmente conhecido por Clínicas, é uma instituição pública e universitária, ligada ao Ministério da Educação e à Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Pelos relatos históricos ele foi fundada em 1970, fruto do esforços empenhados na Faculdade de Medicina da UFRGS para sua construção. O Clínicas integra a rede de hospitais universitários do MEC, e gradualmente foi integrando-se aos demais cursos da universidade.
Mas porque estamos falando de um hospital neste blog? Porque falar sobre uma instituição pública e colocarmos este artigo na categoria Catolicismo? O que está realmente acontecendo em Porto Alegre?
Segundo notícia publicada no Jornal Zero Hora (Grupo RBS) de Porto Alegre no dia 22 de Junho de 2010 isto tem tudo a ver.
(A Matéria)
Fiéis protestam contra fim de capela no Hospital de Clínicas
Espaço deixará de ser exclusivo dos católicos e terá símbolos sacros substituídos por imagens da natureza
Por Lívia Meimes
A capela do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) vai deixar de ser um espaço católico para dar lugar a um ambiente laico, com a ausência de símbolos e imagens. Com base na Constituição, a instituição tomou a decisão para contemplar todas as crenças, mas criou controvérsia. Uma manifestação de fiéis contra a medida está marcada para hoje.
Segundo a assessora de comunicação do HCPA, Elisa Ferraretto, o convênio com a Associação Literária Boaventura, de Caxias do Sul – que administrava as cerimônias da capela –, foi rompido, e o local deve ser liberado até 30 de junho. A capela dará lugar ao Espaço de Espiritualidade, com imagens reverenciando a natureza.
— Sabemos que hoje existe uma tendência mundial em privilegiar a diversidade. Temos cerca de 5 mil funcionários de diferentes credos, era natural que isso acontecesse — explica Elisa, dando como exemplo os índios que frequentam o HCPA e o grupo de estudos afro-brasileiro ali sediado.
A notícia da mudança deixou desolado um grupo de frequentadores da capela. Formado na maioria por funcionários do hospital, eles devem se manifestar contra a decisão hoje, em frente ao local. O ato – que reivindicará outro espaço para os católicos – ocorrerá após reunião na Cúria Metropolitana.
O capelão Frei Marion Kirschner evitou dar entrevista, mas não conseguia esconder sua tristeza. Ele se emocionou ontem à tarde ao doar uma imagem de Nossa Senhora que estava no local. Frequentadora da capela há décadas, Edith Guedes Fortes, 81 anos, também ficou desolada.
— Acredito que o local deveria ser ecumênico, com a união das religiões e não com a retirada delas. O espaço para católicos deve ser mantido, porque é uma tradição no país ter representação católica nos hospitais. O povo já está acostumado com isso. Não queremos que isso se perca.
A decisão foi tomada depois de 7 de abril, quando a diversidade de crenças foi discutida em uma palestra. Segundo Elisa, a administração do Clínicas se baseou no artigo 19 da Constituição, que estabelece que órgãos públicos não podem incentivar uma única religião em detrimento de outras.
— Começamos a estimular o debate, pedindo que as pessoas mandassem sugestões e decidimos ir além de um espaço ecumênico. Para não deixar ninguém de fora, optamos por um local neutro — afirma.
Elisa explica que a mudança não alterará a assistência religiosa, como a extrema-unção. A diferença é que ela deverá ser feita por religioso que venha especialmente para o sacramento.
A alteração
- Em vez de símbolos católicos, a sala terá imagens neutras, além de músicas tranquilas
- Há mais de três décadas, o espaço tem ocupação católica. No local, havia cinco missas por semana. O hospital ainda dará autorização para assistência religiosa, mas o padre terá de ser chamado de fora
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Nosso posicionamento é que finalmente o Clínicas está fazendo a coisa certa depois de 30 anos deste absurdo que ali reinava. As declarações do Frei Marion Kirschner só confirmam que eles ainda acham que podem controlar as instituições públicas do Brasil.
A verdade é que o Brasil é um estado laico. Deve, por este motivo, não beneficiar qualquer religião. Ao abrir uma sala para ser uma igreja Católica teria que imediatamente abrir uma outra sala de igual porte para os Batistas, os Metodistas, os Presbiterianos, os Assembleianos, os Anglicanos, os das Comunidades Evangélicas, os da Universal, os da Mundial, os da Internacional da Graça… além de ter espaço de igual tamanho e organização para os Espíritas, Muçulmanos, Budistas, Xintoístas, Hinduístas… ou seja… Algo totalmente impensável e impossível de ser realizado dentro de um hospital, fora o fato de que se qualquer pessoa criar uma nova religião teria exatamente o mesmo direito.
Não é possível continuar com o apoio oficial do governo a uma única religião. O Catolicismo já deixou de ser a religião oficial do Brasil há muito tempo, já deixou de ser a religião da maioria dos Brasileiros há muito tempo e finalmente as instituições estão entendendo isto.
As perguntas a serem respondidas: Quem pagava a luz para a referida capela? Quem pagava a limpeza da referida capela? Quem pagava a manutenção? Sem falar de salários dos padres, gastos com hóstias, vinhos, batinas, impressos…
Quanto a nós, só confirmamos que há 400 anos já declarávamos como princípios batistas, o princípio da liberdade religiosa e de consciência :
“… a religião do homem está entre Deus e ele: o rei não tem que responder por ela e nem pode o rei ser juíz entre Deus e o homem. Que haja, pois, heréticos, turcos ou judeus, ou outros mais, não cabe ao poder terreno puni-los de maneira nenhuma”
Por: Bruno Resende
Publicado originalmente em: Artigos.com
O catolicismo sempre albergou nos seus meandros pérfidos mentes excessivamente escabrosas, pervertidas e sanguinárias, pelo que a análise desses fenômenos naturais encontra nesse gênero de personagens exemplos como o de João XII. Este Papa detinha laços familiares extremamente estreitos com ilustres abutres clericais, sendo filho e amante de Marozia, mulher de grande história luxuriosa com o outro papa que se chamou Papa Sérgio III. Esta mulher era também mãe de João XI, fruto de outra relação, a com Alberico I de Spoleto. Um negócio familiar lucrativo e luxurioso pairava sob Roma, tendo como divisa principal a Pornocracia, e como sede o bordel de nome Vaticano.
João XII foi o 131º Papa, eleito aos 18 anos de idade no ano de 955. Dedicou-se de corpo e alma a levar a Pornocracia ao apogeu, investindo a maior parte do seu tempo às violações e ao proxenetismo. As suas funções de pontífice eram claramente explícitas: violações e mais violações de mulheres, tendo sempre mostrado uma completa ausência de seletividade de critérios. Desenvolvia, com todas as suas energias, crimes sexuais contra solteiras, casadas e viúvas.
Luitprand, bispo católico de Cremona aludiu certa vez a estes comportamentos sexuais do então “representante de deus na Terra”, afirmando que nenhuma mulher honesta ousava aparecer em público, pois o Papa João XII não tinha qualquer respeito, fosse moças solteiras, mulheres casadas ou viúvas, elas estavam certas que seriam desonradas por ele.
O que é demais é exagero, e este monopólio de proxenetismo intransigente foi constado num sínodo na Basílica de São Pedro, com a presença ilustre de 50 encapuçados italianos e alemães antimonopólio de proxenetismo. Incriminaram o lascivo pontífice de sacrilégio, simonia, perjúrio, assassinato, adultério, incesto e talvez mais uma ou outra coisa que já não iriam denegrir mais a imagem do Papa João XII.
O problema não seriam as acusações em si, pois eram sobejamente praticadas pelo clericalismo católico tendo como base a concepção de ideais fomentadas pelo “representante de deus”, seriam antes os exageros e as excessivas exposições públicas de tais atos. Um pecado de excessos, onde os súditos encapuçados apenas conseguiam apanhar uma ou outra migalha deixada cair pelo chefe dos encapuçados. Os clericais simplesmente não se conseguiam inserir num ecossistema desprovido de pães inteiros.
Tais acusações não agradaram ao ilustre Papa, pelo que alguns corretivos foram aplicados aos revolucionários. O cardeal João viu a sua mão direita ser arrancada, o bispo Otgar de Speyer foi brutalmente chicoteado e a um alto paladino foi-lhe arrancado o nariz e as orelhas. Talvez estes pedaços estejam num qualquer poço de restos Humanos no Arquivo Secreto do Vaticano.
A saga do demente continuou, e pode-se resumir o seu pontificado de 8 anos à violação de mulheres. Claro que este resumo é relativo, visto existirem sempre exceções esporádicas, um ou outro arrancamento de carne de um revolucionário, um ou outro assassinato de indivíduos que reivindicassem problemas com as tão afetuosas migalhas que João XII deixava cair.
Como muitos outros Papas, João XII foi assassinado, embora não por veneno como era tradição na Santa Sé. Ao violar uma mulher, (a história deste Papa tornara-se deveras monótona, não por culpa do escrivão mas sim pelos fatos do personagem principal) eis que surge o marido da mesma. O homem não gostou nada nada de ver a sua esposa sendo violada, e consequentemente espancou o Papa furiosamente afundando sua cara com uma martelada. João XII ficou paralisado durante 8 dias, ao fim dos quais veio a falecer. Pelos meandros Católicos também existem histórias com finais felizes.
Apesar das controvérsias contemporâneas em torno da Igreja Católica, os papas mais recentes se comportam muito bem se comparados com alguns de seus antecessores. O livro “A História Secreta dos Papas” mostra como diversos sumos sacerdotes da Igreja Católica agiram de forma bem contrária aos ensinamentos cristãos que representavam.
Durante a Idade Média não faltaram papas que foram especialistas em conspirações, assassinatos e até bruxarias. O livro conta algumas das histórias mais assustadoras do Vaticano. Uma delas é o Sínodo do Cadáver, em que o bondoso –e falecido– papa Formoso foi desenterrado, julgado por seu sucessor Estevão 7° e jogado no Rio Tibre.
O livro ainda mostra com detalhes como funcionou a sanguinária Inquisição, que perseguia os “pagãos” bem como os “hereges cristãos não-católicos”, e conta a história de algumas das suas mais célebres vítimas, como Galileu Galilei, que só escapou da morte porque foi obrigado a negar publicamente seus ideais.
Mas talvez o mais terrível pontífice da história da Igreja Católica seja João 12°, que castrou um de seus cardeais, cegou outro, torturou desafetos -até retirando a pele de alguns– e chegou a brindar ao demônio em seus diversos bacanais. Apesar da tentativa de diversos bispos de retirar de alguma forma João 12° de sua posição, ele só sossegou mesmo após ser surpreendido pelo marido de sua amante e assassinado com uma martelada no crânio.
Dormiu com as prostitutas de seu pai e chegou ao cúmulo de manter relações com sua própria mãe. João XII também presenteava suas amantes com cálices de ouro, verdadeiras relíquias sagradas da igreja de São Pedro. Ele ainda cegou um cardeal e castrou outro, causando sua morte. Apoderava-se das oferendas feitas pelos peregrinos para apostar em jogos. Nessas seções de jogatina, o próprio papa costumava evocar os deuses pagãos para ter sorte ao arremessar os dados. As mulheres eram advertidas a se manterem longe de São João de Latrão, ou de qualquer outro lugar frequentado pelo papa, pois ele estava sempre a procura de novas conquistas. Após pouco tempo, os romanos estavam tão furiosos com tais atitudes que o papa começou a temer por sua vida. Sendo assim, resolveu saquear a igreja de São Pedro e fugir para Tívoli, a 27 quilômetros de Roma.
João XII estava causando tanto estrago ao papado e ao Vaticano, superando os crimes e pecados de seus antecessores, que um sínodo especial foi convocado. Todos os bispos italianos, 16 cardeais e outros prelados (alguns alemães), reuniram-se para decidir o que fazer com o devasso pontífice. Convocaram testemunhas e ouviram evidências sob juramento. Então, fizeram uma lista que adicionava ainda mais acusações às informações bizarras e assustadoras que já possuíam sobre João. Algumas delas foram descritas em uma carta escrita a João pelo Imperador do Sacro Império Romano, Otto I da Saxônia:
O papa João, ainda no exílio em Tívoli, respondeu a Otto em termos ameaçadores que aterrorizaram Roma. Caso o sínodo o depusesse, ameaçou excomungar todos os envolvidos, e assim não poderiam celebrar missas ou conduzir uma ordenação. Em termos cristãos, esse é o pior castigo que um papa pode dar, pois a excomunhão significa estar fora da igreja, perdendo sua proteção e arriscando o espírito imortal.
A Vingança de João XII
O imperador Otto não se curvou à ameaça de excomunhão do papa e o depôs, colocando em seu lugar o papa Leão VIII sem que João soubesse. Quando retornou a Roma, em 963 D.C., sua vingança foi infinitamente pior que sua ameaça. João XII depôs o papa Leão e, ao invés da excomunhão, executou e mutilou todos os que fizeram parte do sínodo. Um bispo teve a pele arrancada, um cardeal teve o nariz e dois dedos cortados e a língua arrancada, e 63 membros do clero e da nobreza romana foram decapitados. Na noite de 14 de maio de 964, parece que todas as rezas implorando a morte de João XII foram ouvidas. Segundo a descrição do bispo João Crescêncio de Protus: “enquanto estava tendo relações sujas e ilícitas com uma matrona romana, o papa foi surpreendido pelo marido de sua amante em pleno ato. O enfurecido traído esmagou seu crânio com um martelo e, finalmente, entregou a indigna alma do papa João XII a Satã”.
A Morte Chega para Marózia
A Igreja ainda não tinha acabado com a família das “meretrizes”, que gerou nove dos mais pecaminosos papas já existentes e denegriu o nome do papado. Em 986, 22 anos após a dramática morte de João XII, o bispo Crescêncio foi até o Castelo de Santo Ângelo para ver a mãe de João, Marózia. Aquela mulher antes exuberante agora parecia um saco de ossos, vestida em farrapos.
Publicado originalmente na: Folha Online
Por: GIULIANA MIRANDA
Repórter da Agência Folha
O padre Silvio Andrei, 40, foi preso na madrugada deste domingo por dirigir embriagado em uma rodovia em Ibiporã (394 km de Curitiba), no interior do Paraná. De acordo com a Polícia Militar, o padre estava “praticamente nu” e tentou subornar os agentes para não ser preso –o que ele nega.
Silvio Andrei se recusou a fazer o teste do bafômetro e foi encaminhado à delegacia da cidade. Seu advogado já entrou com pedido de revogação da prisão temporária, que ainda não foi analisado.
Sacerdote há quase dez anos, Silvio Andrei é pároco da Paróquia Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos, em São Paulo. Ele também apresenta um programa na TV Canção Nova.
Seu advogado, José Adalberto Almeida da Cunha, contesta a versão dos policiais. Ele confirma que Andrei bebeu, mas diz que o comportamento alterado foi provocado pela mistura do álcool com um medicamento.
“Ele bebeu um pouco de vinho em um casamento que celebrou em Londrina [PR]. O padre tinha tomado um antidepressivo e acabou com uma reação de confusão”, afirmou.
De acordo com o advogado, o sacerdote só tirou a roupa porque vomitou na batina, por causa dos efeitos do vinho e do antidepressivo.
“Depois de vomitar, a batina ficou suja e ele precisou tirá-la.” A vestimenta foi encontrada no banco de trás do carro. O defensor nega, porém, que o padre estivesse nu. “Quando eu cheguei, ele estava de camiseta e cueca”, afirmou.
Já segundo E-Paulo Lopes:
Com informação do Jornal de Londrina.
A polícia foi chamada por um adolescente que disse ter sido sofrido assédio do sacerdote.
De acordo com a polícia, Andrei, quando foi pego em flagrante, ofereceu sexo oral aos PMS e, depois, disse que lhes daria dinheiro para que não fosse preso.
“Dou tudo o que tenho o bolso e arrumo mais”, disse ele, conforme B.O. (Boletim de Ocorrência) aberto pelos PMs. Ele tinha R$ 500 no bolso. O nome do adolescente que teria dado queixa não consta no B.O.
A TV Record mostrou ontem à noite foto [acima] do padre de cueca com uma perna acorrentada à grade da cadeia de uma delegacia.
José Adalberto Cunha, advogado do padre, disse que seu cliente não fez nenhuma proposta de sexo, nem aos PMs nem ao rapaz. “Nenhuma vítima apareceu na delegacia”.
Cunha disse que Andrei, na festa do casamento, bebeu “apenas duas taças de vinho” e passou mal porque toma remédio para depressão. “Quando saiu da festa, ele errou o caminho e foi parar em Ibiporã.”
O advogado afirmou que o padre estava pelado porque tinha vomitado na batina. “Por isso retirou os paramentos.”
Aparentemente limpa, a batina foi encontrada no banco traseiro do carro.
Na versão do sargento Messias e dos soldados Roney Edson, quando, todos fardados, fizeram a abordagem à 1h, Andrei disse que era professor da UEL (Universidade Estadual de Londrina). Eles constataram que se tratava de um padre quando viram os documentos dele.
O padre foi encaminhado ao CDR (Centro de Detenção e Ressocialização) de Londrina sob a acusação de ato obsceno, corrupção ativa e embriaguez ao volante.
O juiz Sérgio Aziz Neme negou na tarde de ontem um pedido de soltura com o argumento de que há necessidade da comprovação de residência fixa de Andrei e da confirmação de que se trata de um sacerdote.
Cunha vai encaminhar hoje à Justiça um pedido de habeas corpus.
“Ele [o padre] chorou muito e se arrependeu de ter bebido”, disse o advogado.
Em um evento na Bahia, a cantora evangélica Ana Paula Valadão, do Ministério Diante do Trono da Igreja Batista da Lagoinha-BH-MG, falou sobre a queda da Igreja Católica no Brasil.
Disse ela:
“aonde a idolatria chegou, aonde os cultos aos deuses chegaram, aonde entrou toda influência da mariolatria em nosso Brasil, desde as primeiras missas efetuadas em solo brasileiro, aonde entram os primeiros escravos da África, trazendo seus deuses, trazendo o culto aos deuses falsos africanos … o Senhor fará soar novos tambores nessa Nação”.
Enquanto os tambores tocavam ela dizia: “Diz a Palavra (de Deus) que ao som dos tambores Deus destruirá o rei da Síria”. “É a ruína dos falsos deuses, é a ruína do povo idólatra”.
Em um dado momento ela disse:
“Eu profetizo, no nome do Senhor Jesus, a queda de escamas da idolatria nos olhos de homens, mulheres jovens velhos. A Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil será invadida por uma onda de conversão, libertação e avivamento e quebrará toda a corrente de gerações. Haverá entre os padres, entre os seminaristas o espírito de ousadia para tomarem posição diante do Senhor Jesus e publicamente confessarão que só Ele é digno de toda a oração e adoração, culto, honra e glória”.
Por alguns minutos o estádio inteiro começa a gritar “Jesus, Jesus, Jesus”.
Tal declaração despertou a indignação de católicos em várias partes do Brasil, os quais estão se manifestando por meio da internet.
No microblog twitter, alguém escreveu:
“deus me mostra Ana Paula Valadão de joelho em frente ao Santo Sacrário de uma Igreja Católica de BH (Belo Horizonte) e depois pregando na Canção Nova (emissora de TV da Igreja Católica).
Uma outra pessoa assim comentou em um blog católico:
“Salve Maria Imaculada!
Sirva de exemplo aos carismático para que jamais ousem a trazer em seus lábios qualquer canção protestante, a começar pelo barulho que se chamam de “músicas” dessa seita da Lagoinha, cujo líder é o lobo Saul Valadão, onde sua filha Ana Paula Valadão lidera um chamado “ministério” que profetiza blasfemias. Essa mulher arrasta multidões com suas músicas protestantóides e se aproxima de uma tal loucura, que é necessário estômago para conseguir ouvir uma porcaria dessa. Que a Santíssima Virgem esmague a cabeça de satanás, e justiça divina coloque nossos inimigos de joelhos para que se humilhem diante da grandeza de Deus e do esplendor da verdade católica”.
Oremos por Ana Paula Valadão e toda sua família, para que a mão poderosa no Nosso Deus continue estendida sobre eles.
A cidade de Sousa viveu um reboliço com a notícia, que tomou conta das principais rádios da cidade, dando conta de que um padre havia se tornado evangélico. Trata-se do, agora ex-padre, Lourival Luiz de Sousa, ele que reside no Núcleo II, recebeu a ordenação ao sacerdócio católico (padre) em 18/06/2000 e exercia o sacerdócio há quase 10 anos, ao longo desse período ele foi o pároco das cidades de Aguiar/PB, Igaraci/PB, Diamante/PB, Boa Ventura/PB, Curral Velho/PB e Belém do Brejo do Cruz/PB, tendo visitas marcantes em igrejas de outras cidades, e, ainda era auxiliar nas igrejas de Sousa e Cajazeiras.
Ocorre que o mesmo, estudando a Palavra de Deus – a Bíblia Sagrada – percebeu, quando ainda exercia o sacerdócio na cidade de Diamente/PB em 2003 que estava ensinando uma doutrina que contraria a Bíblia Sagrada e, naquela cidade, começou a ensinar às pessoas que a Bíblia reprova a adoração às imagens de escultura (Sabedoria 15.15-18 – livro apócrifo; Êxodo 20.4,5; Isaías 45.20; Deuteronômio 4.15-19; ) e que o único Salvador é Jesus Cristo (João 4.23; Atos 4.12; I Timóteo 2.5) e nãos as tradições das igrejas. E prosseguiu ensinando que a Bíblia é o caminho para conduzir as pessoas a fazerem a vontade de Deus e se aproximarem de Deus (Tiago 4.8), devendo servi-lo de toda alma e de todo o coração (Marcos 12.30-33) e não apenas com obras de caridade, visto que a salvação é obtida pela graça de Deus, por meio da fé, sendo um dom de Deus e não vem das obras (caridades e coisas semelhantes) para que ninguém se glorie (Efésios 2.8,9).
Cidade de Souza-PB
Após, as reiteradas leituras da Bíblia integralmente o ex-padre Lourival passou a sentir forte desejo de ser evangélico e congregar numa igreja onde se adorasse a Deus verdadeiramente, onde os verdadeiros adoradores adoram ao Pai em espírito e em verdade (João 4.23). Baseado em João 8.32 (E conhecereis a verdade e a verdade – Jesus – vos libertará) e em João 8.36 (Se, pois, o Filho vos libertar verdadeiramente sereis livres).
Havia mais de um ano que o ex-padre era ouvinte cativo do Programa A Bíblia no Ar, programa radiofônico da AD-Sousa, levado ao ar pela Rádio Progresso de Sousa – AM 610, das 21 as 22 horas, de segunda a sexta-feira, e, no domingo, das 13 as 14 horas. O que chamava a atenção dele é que em tais programas nunca se falava contra a Igreja Católica, apenas se pregava a Palavra de Deus, e o genuíno e verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo e, aos poucos ele foi entendendo que Deus o queria na Assembleia de Deus, congregando com os irmãos da AD-Sousa.
E na última quarta-feira, dia 28/abril/2010, o ex-padre compareceu à Igreja Católica do Núcleo II, onde ele celebrava missas, para se despedir das pessoas e dizer em público que não mais seria celebraria missas, nem seria mais sacerdote, pois estaria assumindo Jesus como único salvador e governador de sua vida.
Igreja Católica em Souza-PB
Na quarta-feira (28/04/2010), às 19 horas, ao chegar na Igreja Católica, que estava lotada, ele pediu para abrirem a Bíblia em I Timóteo 2.5, onde diz que “há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem” e disse: “Na Primeira Carta de Timóteo, capítulo 2 e versículo 5, está escrito que só há um Mediador entre Deus e os homens – Jesus Cristo, e a partir de hoje eu tomei a decisão de não mais ser católico e nem sacerdote e a partir de hoje eu sou evangélico da Igreja Assembleia de Deus“. As pessoas escandalizadas não acreditavam no que ouviam, uns choravam, outros diziam que o padre estava louco/doido, outros choravam… os parentes, pais e irmãos e irmãs tomaram um choque muito grande e estão chateados e escandalizados, inclusive uma sobrinha do mesmo disse que estava com raiva do mesmo e ele simplesmente disse que a perdoava, pois Deus é amor e nele havia agora o verdadeiro amor de Deus em seu coração.
Muito enfático, o ex-padre Lourival Luiz de Sousa disse que nem de longe passou pela cabeça de titubear, embora estivesse vendo muita gente chorando na igreja e muitos escandalizados, mas eles estava convicto da decisão de aceitar a Jesus como Salvador, pois a Bíblia diz que “quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e o quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim” (Mateus 10.37).
Já na sexta-feira, dia 30/abril/2010, o irmão Lourival participou de um grande culto na AD-Sousa, onde foi bem acolhido, com a presença do Pastor Alexandre Duarte da Costa, com a igreja superlotada, onde o mesmo adorou a Deus e testemunhou sobre a decisão de aceitar a Jesus, pedindo aos irmãos que orassem por ele, pois tem sido alvo de rejeição e de perseguição na sociedade sousense, sofrendo inclusive forte pressão da Igreja Católica para desistir da decisão de ser crente.
Coral da AD de Souza-PB
O Pastor Alexandre Duarte da Costa, juntamente com a Assembleia de Deus em Sousa/PB, acolheu muito bem o irmão Lourival e está prestando toda a assistência necessária ao novo irmão na fé, fornecendo apoio espiritual, social e material necessários ao fortalecimento da fé do novo irmão.
A Carta de Renúncia ao Sacerdócio Católico, preparada de próprio punho pelo ex-padre Lourival Luiz de Sousa, foi entregue, na manhã do sábado, dia 01/maio/2010, pessoalmente ao Bispo Diocesano D. José González na Diocese da Igreja Católica em Cajazeiras/PB, diocese a qual o ex-padre estava vinculado.
Fonte: Publicano no Jornal iPaiba – http://iparaiba.com.br
Por Rodrigo Ribeiro Rodrigues
Publicado originalmente em: O Galileu
Imagine sua mente sendo monitorada 24 horas por dia. Você está num lugar onde não é permitido ver televisão ou ir ao cinema. Até o jornal chega editado às suas mãos. Ninguém pode ter amigos do lado de fora e o contato com a família é restrito.
Pelo menos duas horas por dia, você tem de amarrar um cilício na coxa – espécie de instrumento de tortura com pontas metálicas que machucam a pele. Quanto maior for o seu desconforto, melhor: isso significa que a instituição está exercendo mais controle sobre você. Se doer demais, tudo bem, você poderá trocar de coxa na próxima vez. O importante é que a experiência não passe em branco. Tem de machucar, deixar marcas. Caso contrário, não “faz efeito”.
Castidade
Se tudo isso já parece um pesadelo, saiba que ainda não acabou. Uma vez por semana, você terá também de golpear suas nádegas ou suas costas com um chicote. E ainda passará pelo que é chamado de “sinceridade selvagem”: contar aos seus superiores cada pensamento que passa pela sua cabeça, principalmente aqueles segredos mais íntimos, sobre os quais não se comenta nem no banheiro, de porta fechada e luz apagada. Se você não revelar tudo, mas tudinho mesmo, estará mantendo um “segredo com Satanás”.
As situações descritas acima não ocorrem nos porões de uma ditadura ou no ritual de alguma seita satânica, muito pelo contrário. Elas são rotina nas residências do Opus Dei, onde vivem os chamados numerários – membros da organização religiosa que fazem voto de castidade e estão ali por opção, para “santificar” o mundo. A maioria tem profissão e trabalha normalmente, como outra pessoa qualquer. Mas seus salários vão direto para o Opus. Muitos foram recrutados ainda bem jovens.
“O aliciamento acontece na infância ou na juventude, pois é mais fácil doutrinar uma personalidade ainda em formação. Eles começam levando crianças para brincar numa espécie de clube e vão seduzindo aos poucos”, diz um ex-numerário, que só aceitou falar com nossa reportagem mediante o compromisso de não ser identificado. “Eu mesmo convidava colegas de escola para fazer parte do clube. Obedecia ao que o diretor mandava: ‘Não conte que é do Opus. Leve primeiro para conhecer o centro, faça com que a pessoa se envolva’.”
O Opus Dei não é feito só de numerários: há também os supernumerários. Esses podem se casar, ter filhos e viver em suas próprias casas, embora também recorram à penitência física – ou mortificação corporal – como uma forma de controlar instintos pecadores. Uma das funções secretas desses membros, de acordo com os críticos da organização, seria ocupar posições de liderança na sociedade – seja num cargo político, na direção de uma grande empresa, na presidência de um banco, na reitoria de uma universidade ou na chefia de um veículo de comunicação. Do alto desses postos de comando, a capacidade de expansão e o poder de influência do Opus Dei estariam assegurados.
Trabalho
Pode acreditar: numerários e supernumerários estão por toda parte, talvez bem mais perto do que você imagina. Afinal, é justamente essa a proposta do Opus – ser uma legião de homens e mulheres comuns, que se misturam ao mundo real para transformá-lo de dentro para fora. Do motorista de táxi ao ministro de Estado, da dona-de-casa à diretora de uma multinacional, todos devem ser engrenagens e trabalhar silenciosamente pelos objetivos da organização. Como dizia Josemaría Escrivá, fundador do grupo: “Seja santo. Santifique-se em seu trabalho. E santifique os outros com seu trabalho”.
Quem defende a instituição religiosa das acusações de ultraconservadora, totalitária e conspiradora garante que não há nada de errado com suas tradições, muito menos de secreto ou misterioso nas ações de seus integrantes. “Para quem conhece e vivencia o Opus Dei, acima da pirotecnia fica a verdade: ele é uma entidade da Igreja Católica (…) cuja única finalidade é procurar o ideal da vida e de serviço cristão no meio do mundo, mediante a santificação do trabalho profissional, da família e dos deveres cotidianos”, afirma o jurista Ives Gandra Martins, num artigo publicado pelo jornal Folha de S.Paulo em 2005. “O Opus Dei tem como membros e trabalha com pessoas de todas as classes sociais. Ama e defende a liberdade de seus fiéis em todas as questões que a Igreja deixa à livre discussão dos católicos.”
Autonomia
O Opus Dei – expressão em latim que significa “Obra de Deus” – foi fundado pelo sacerdote espanhol Josemaría Escrivá em 1928. Trata-se de uma prelazia pessoal, figura jurídica da Igreja Católica que está prevista no Código de Direito Canônico (a constituição da Igreja). Ela dá aos seus membros o direito de seguir ordens do prelado (o líder máximo do Opus, que fica em Roma), em vez de obedecer à autoridade católica regional. Simplificando grosseiramente, é como se o grupo fosse um braço independente da Igreja, que não deve explicações a mais ninguém além do papa.
“A ascensão do Opus Dei à categoria de prelazia pessoal era o grande sonho de seu fundador”, escreve o jornalista espanhol Juan Bedoya em artigo recente no jornal El País. “Homem de grandes ambições, Escrivá queria livrar-se das dependências em relação aos bispos porque sua fundação, então com 70 mil integrantes – a imensa maioria leigos, homens e mulheres, celibatários ou casados –, tinha pouco a ver com os institutos e as congregações tradicionais.”
Os 70 mil seguidores de 25 anos atrás hoje são aproximadamente 87 mil. Na avaliação de Bedoya, esses números demonstram com sobras a situação especial desfrutada pelo Opus Dei dentro da sempre rígida Igreja Romana. “No último meio século, ninguém se destacou tanto quanto a Obra de Escrivá”, afirma o jornalista. “Não se pode dizer a mesma coisa de outras congregações clássicas, como os jesuítas, que hoje são apenas 19 mil no mundo todo.” Ainda assim, e apesar de estar presente em 64 países, o Opus continua sendo fundamentalmente espanhol. Na Espanha estão concentrados mais de 40% de seus membros. Outros 35% estão na América Latina. A organização também tem seus pés muito bem fincados na África e na Ásia. “Agora o objetivo é a conquista dos ex-países comunistas do Leste Europeu.”
Nesses 25 anos de história, o Opus Dei colecionou críticos. Alguns de seus detratores mais radicais chegam a chamá-lo de “máfia santa”. Outros o acusam de ser “uma Igreja dentro da Igreja”, com poderes excepcionais e muito dinheiro sendo colocado a serviço de um conservadorismo atroz. Em parte, essa fama se deve às estreitas relações que a organização cultivou com o regime fascista do ditador espanhol Francisco Franco, de 1939 a 1975. Josemaría Escrivá, o próprio, ouvia as confissões do “generalíssimo”, como Franco era conhecido, e muitos integrantes ou colaboradores do Opus Dei foram nomeados ministros de Estado enquanto durou a ditadura.
A organização chegou ao Brasil na década de 1950. Instalou-se inicialmente em Marília, no interior de São Paulo, e de lá acabou migrando para a capital, onde hoje mantém centros nos bairros do Pacaembu, de Vila Mariana, de Pinheiros e do Itaim, entre outros. Está presente também nas cidades de Campinas (SP), São José dos Campos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Niterói (RJ), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Londrina (PR) e Porto Alegre (RS). Entre numerários, supernumerários e sacerdotes, estima-se que o Opus tenha cerca de 1 700 integrantes por aqui.
Preeminência
A influência que a “Obra de Deus” exerce sobre o Vaticano pode ser medida pelo processo incrivelmente rápido de canonização de Escrivá – o 2º mais breve na história da Igreja Romana, atrás apenas do de madre Teresa de Calcutá. De acordo com Juan Bedoya, o papa João Paulo 2º chegou ao cargo protegido e impulsionado sobretudo pelo Opus Dei. E o atual sumo pontífice também dá sinais de profunda simpatia pela “Obra”. “A organização não gozou de trato especial com os papas Pio 12, João 23 e Paulo 6º, mas foi o movimento predileto do polonês João Paulo 2º, mais conservador que os anteriores”, diz o jornalista espanhol. “Com o papa Bento 16, a organização mantém a preeminência do passado.”
Vida de oração e sacrifício
O espírito do Opus Dei incentiva a cultivar a oração e a penitência, como meios de manter o empenho por santificar as ocupações habituais. Por isso, os fiéis da prelatura incorporam à sua vida determinadas práticas assíduas: meditação, assistência diária à Santa Missa, confissão sacramental freqüente, leitura e meditação do Evangelho, etc. A devoção a Nossa Senhora ocupa um lugar importante nos seus corações. Igualmente, para imitar Jesus Cristo, fazem sacrifícios, em especial os que favorecem o cumprimento fiel do dever e tornam mais agradável a vida aos outros, bem como a renúncia a pequenos prazeres, o jejum, a esmola, etc.
Com informações de Super Interessante/ Enciclopédia Livre
Dando continuidade ao Ecumenismo que já comentamos aqui no Mantenedor da Fé, o Papa Bento XVI faz uma solicitação aos Bispos do Sudão que ao invés de combater o avanço do Islamismo procurem valorizar os valores comuns entre cristãos e muçulmanos.
Agencia EFE
Publicado no Jornal N.H. – Novo Hamburgo – RS
Vaticano – O papa Bento XVI pediu ênfase nos valores que cristãos e muçulmanos compartilham durante audiência com bispos do Sudão, que visitam o Vaticano neste sábado.
“Gostaria de expressar minha consideração por seus esforços para manter as boas relações com os seguidores do Islã”
disse o Pontífice aos representantes da Igreja Católica sudanesa em discurso divulgado pela assessoria de imprensa da Santa Sé.
“Como vocês trabalham para promover a cooperação com iniciativas práticas, incentivo que sejam enfatizados os valores que os cristãos compartilham com os muçulmanos como a base desse diálogo de vida, um primeiro passo essencial para o respeito genuíno e entendimento entre religiões”, completou.
Bento XVI afirmou que essa mesma “abertura e amor” dos religiosos sudaneses deve estar presente nas cidades que pertencem às “religiões tradicionais”.
Ele pediu ainda aos representantes da Igreja do Sudão que façam “esforços concretos” para atenuar os fatores que contribuem à desestabilização da paz em seu país, referindo-se diretamente à corrupção, às tensões étnicas, à indiferença e ao egoísmo.
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Comentários do Mantenedor da Fé:
Já citamos aqui as inúmeras tentativas da seita ICAR em se unir com todas as outras religiões tentando assim se tornar numa grande religião universal. (Exatamente como a Bíblia afirma ser a religião de onde o Anti-cristo irá surgir).
Enquanto os cristãos estão combatendo os ataques dos islâmicos contra a fé cristã os católicos querem se aproximar deles…
Austríacos abusados por padres preparam ação contra a Igreja Católica Apostólica Romana
Fonte: Agência EFE
Publicado em: O Globo – Rio de Janeiro – RJ
Cardeal Católico de Viena não descarta pagamento de indenizações milionárias às vítimas.
Pesquisa indica que 75% dos austríacos não acreditam que os casos serão esclarecidos.
Cerca de dez vítimas de abusos sexuais cometidos em instituições católicas da Áustria se preparam para entrar na Justiça contra a Igreja e os religiosos responsáveis pelos casos, informa a imprensa local neste sábado (20 de Março de 2010).
Grande incógnita é se os tribunais vão considerar os crimes prescritos
Para entrarem com uma ação coletiva, as vítimas se uniram em uma associação, denominada Vítimas da Violência Eclesiástica.
Cerca de um milhão dos 5,6 milhões de católicos austríacos estão considerando a hipótese de se afastar da religião
Segundo declarações do advogado Werner Schostal ao jornal “Der Standard”, o objetivo da iniciativa, a primeira desse tipo no país, é forçar a Igreja e os religiosos responsáveis a aceitar um acordo extrajudicial para o pagamento de indenizações. Caso as partes não cheguem a um entendimento, seria aberto um processo.
Schostal disse que as vítimas acham que serão mais bem-sucedidas em seu intento se processarem os padres diretamente responsáveis pelos abusos. Mas a grande incógnita é se os tribunais vão considerar os crimes prescritos.
Por isso, o advogado espera que “centenas de outras vítimas” que sofreram abusos em anos mais recentes se unam à associação.
Para não ir aos tribunais, as vítimas exigem o pagamento de indenizações de aproximadamente “80 mil euros por cada caso”, disse o advogado.
Segundo o cardeal de Viena, Christoph Schonborn, existe a possibilidade de um acordo, já que, em uma entrevista que será publicada na edição de amanhã da revista “Profil”, ele não descarta o pagamento de indenizações às vítimas.
“Normalmente, pressupomos que os pagamentos ficarão a cargo dos autores (dos abusos)“, declarou o cardeal, considerado uma das autoridades mais influentes da Igreja Católica europeia ignorando a responsabilidade do Papa no sistema Episcopal da Igreja Católica.
Assim como na vizinha Alemanha, a Igreja austríaca se viu envolvida em série de denúncias de ex-alunos de escolas e internatos católicos que garantem ter sido vítimas de abusos sexuais cometidos por professores.
Mosteiro de Kremsmunster
Em um mosteiro beneditino na localidade de Kremsmunster, na região da Alta Áustria, pelo menos cinco homens asseguram que, nos anos 1980, sofreram maus-tratos e foram abusados sexualmente por três religiosos.
O escândalo arranhou a imagem da Igreja Católica no país. Segundo uma pesquisa divulgada neste sábado (20 de Março de 2010), 75% dos austríacos acham que a instituição não fará todo o possível para esclarecer os casos de abusos sexuais.
Já ontem, outra sondagem revelou que cerca de um milhão dos 5,6 milhões de católicos austríacos estão considerando a hipótese de se afastar da religião.
Fonte: Agência EFE
Publicado no Jornal N.H. – Novo Hamburgo – RS
Itália – O papa Bento XVI, além de ordenar uma inspeção nas dioceses e seminários irlandeses em que foram registrados casos de pedofilia, afirmou que os padres envolvidos nos abusos responderão pelos crimes “perante Deus e os tribunais”.
Na carta que redigiu aos católicos da Irlanda, divulgada neste sábado pelo Vaticano, o pontífice expressa “abertamente” a “vergonha e o remorso” que sentiu pelos abusos sexuais contra centenas de menores cometidos durante anos por padres irlandeses.
Bento XVI também usa palavras duras contra os sacerdotes pedófilos, acusa os bispos irlandeses de não terem sabido conduzir os casos denunciados e diz que estes têm que reconhecer que cometeram graves erros de julgamento.
Em outro trecho da carta, o papa manifesta sua “grande preocupação” pelo ocorrido e afirma estar “profundamente consternado” pelos abusos contra crianças e jovens “indefesos” praticados por sacerdotes.
Aos católicos irlandeses, o pontífice afirma compartilhar “o desgosto e o sentimento de traição” que muitos experimentaram ao tomarem conhecimento “desses atos pecaminosos e criminosos e da forma como estes foram enfrentados pelas autoridades da Igreja na Irlanda”.
Bento XVI também pede perdão às vítimas, repreende os prelados e dirige palavras muito fortes aos padres pedófilos.
Às vítimas, diz que sabe como sofreram dolorosamente, que nada será capaz de apagar o mal que suportaram e que a confiança que tinham nos sacerdotes foi traída.
“É compreensível que (para os menores que foram abusados) seja difícil perdoar ou se reconciliar com a Igreja. Em seu nome, expresso abertamente a vergonha e o remorso que todos nós sentimos”, escreveu o papa, que pede perdão às vítimas.
Já aos sacerdotes e religiosos que cometeram os abusos, o pontífice diz que eles “traíram a confiança depositada” neles por jovens inocentes e pelos pais destes, e que responderão pelos crimes cometidos “perante Deus e os tribunais devidamente constituídos”.
“Vocês perderam a estima do povo irlandês e lançaram vergonha e desonra sobre vossos semelhantes. Além do imenso dano às vítimas, houve um enorme dano à Igreja e à percepção pública do sacerdócio e da vida religiosa”, acrescentou Bento XVI.
Aos bispos, o papa pede a colaboração deles com a Justiça e afirma que “é inegável” que alguns, “infelizmente”, fracassaram na hora de aplicar as normas do direito canônico referentes aos crimes de abusos contra menores.
Vítimas criticam resposta do papa a abusos contra menores
Os grupos de vítimas de abusos sexuais cometidos por padres pedófilos na Irlanda se declararam decepcionados com o conteúdo da carta pastoral em que o papa Bento XVI comenta o assunto.
“Sentimos que a carta fica aquém na hora de abordar as preocupações das vítimas”, disse Maeve Lewis, diretora-executiva da One in Four (O.N.G. Irlandesa de Combate a Pedofilia)
Na opinião de Lewis, o principal alvo do papa na carta são os padres irlandeses do baixo clero.
Ela também achou que o pontífice se esqueceu da responsabilidade do Vaticano nos abusos sexuais contra menores cometidos na Irlanda e nem citou os inúmeros casos no resto do mundo.
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O blog Mantenedor da Fé já falou sobre o assunto em: O exorcista
"...mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema. Assim, como já dissemos a vocês, agora de novo também falamos. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema."
(Gálatas 1:7-9)